Célia Barros

Artista visual, curadora e educadora.

Mestre em Produções artísticas e investigação pela Facultat de Belles Arts da Universitat de Barcelona. Desde 2008 dirige a produtora cultural Homens de Saia – Utopias possíveis que sonha, cria e produz exposições de artes visuais. Desde então desenvolve projetos de exposições onde articula ações de curadoria, expografia e mediação em arte contemporânea. Cocriadora da aceleradora de projetos culturais Arte Movimenta SJC e do projeto Pausa Onírica, ambos criados em 2020 no contexto da pandemia provocada pelo vírus Covid-19. É professora nos cursos de Artes Visuais e Artes e Mídias Digitais na Faculdade de Educação e Arte da Universidade do Vale do Paraíba desde 2018.

Em 2016 e 2018 atuou no Programa Educativo da Fundação Bienal de São Paulo, tendo integrado a equipe permanente da instituição de 2013 a 2015 como Palestrante e Produtora de conteúdo. Em 2015 foi Coordenadora Pedagógica do projeto "Lugares" de Stela Barbieri em três instituições do Sesc São Paulo.

Como curadora destacam-se as exposições “Madeira Nova” no Sesc São Carlos/SP (2019), 14º Salão Nacional de Arte de Itajaí na Fundação Cultural de Itajaí/SC (2018), “pedras são preciosas” em Botucatu/SP selecionado para o Edital ProAC – Obras e exposições (2016), além do projeto “Curadoria Coletiva” com o apoio do SISEM/SP (2014) e do ProAC-Difusão de acervos museológicos (2015) desenvolvido em várias cidades da região de Sorocaba. 

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Cecilia Cabañas

Produtora cultural, atua na área de cenografia e artes visuais.
Mestre em Artes Visuais pela UNESP e Produção e Investigação Artística pela Universitat de Barcelona. Há 13 anos dedica-se a produção e organização de exposições, espetáculos, e eventos culturais. Trabalha com acompanhamento e supervisão de montagens, desenvolvimento de projetos, produção de objetos e planejamento de orçamentos para diversas instituições e centros culturais. Entre 2005 e 2010 foi assistente de cenografia no escritório da cenógrafa Duda Arruk. Entre 2014 e 2018 fez a produção de cenografia e arquitetura da FLIP. Alguns trabalhos de destaque são: “A gata borralheira” – (Teatro Folha), Exposição Agnes Varda (Centro Cultural Banco do Brasil), “Quem tem medo do Curupira” (Teatro da FIESP), Congresso das Indústrias (FIESP/SESI), “Um dia Quase Igual aos Outros” (Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil), “Madame Buterfly” Teatro Municipal de São Paulo), Festival Game Cultura (SESC-SP), Musical West Side Story (Teatro Alfa), Ópera “Le Domino Noir” (Teatro São Pedro), “O Rei e Eu” (Teatro Alfa), “Sesc Verão 2014” (SESC Belenzinho), Produção de cenografia para a FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty (2014 à 2018).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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