A Homens de Saia – Utopias possíveis é uma empresa de produção cultural que sonha, cria e realiza exposições de artes visuais.

 

 

Célia Barros

Artista, curadora e educadora.

Mestre em Produções artísticas e investigação pela Facultat de Belles Arts da Universitat de Barcelona. Desde 2008 dirige a produtora cultural Homens de Saia – Utopias possíveis que sonha, cria e produz exposições de artes visuais. Desde então desenvolve projetos de exposições onde articula ações de curadoria e mediação em arte contemporânea.

Integrou a equipe da Fundação Bienal de São Paulo como Palestrante e Produtora de conteúdo (2013-2015), Articuladora de Conteúdo nas Ações de Difusão (2016) e Mediadora (2018). Foi Coordenadora Pedagógica do projeto "Lugares" de Stela Barbieri no SESC Belenzinho, Santana e Bom Retiro em 2015.

Como curadora destacam-se os projetos para o 14º Salão Nacional de Arte de Itajaí em Santa Catarina, Madeira Nova, Sesc Santo Amaro em São Paulo/SP (2018), “pedras são preciosas” em Botucatu/SP selecionado para o Edital ProAC – Obras e exposições (2016), “Curadoria Coletiva” com o apoio do SISEM/SP (2014). As exposições “Nhenhenhém – Aqui todo o mundo é índio” (2010), “Navegar é preciso” (2011) e “A cor que a Ginga tem” (2012) para o Museu de Antropologia do Vale do Paraíba em Jacareí/SP que tiveram itinerância pelo Estado de São Paulo com o apoio do SISEM/SP.

Em parceria com companhias de teatro desenvolveu a instalação “Vulto” para o projeto “Elogio ao Fragil” (2016) e o cenário e figurino do Projeto “Feliz Ano Novo” (2018) ambos selecionados pelo Fundo Municipal de Cultura de São José dos Campos/SP

É professora na Faculdade de Artes Visuais da Universidade do Vale do Paraíba, São José dos Campos além de desenvolver outros projetos em parceria com instituições e artistas.

 (CV completo)

 

Cecilia Cabañas

Produtora cultural, atua na área de cenografia e artes visuais.
Mestre em Artes Visuais pela UNESP e Produção e Investigação Artística pela Universitat de Barcelona. Há 13 anos dedica-se a produção e organização de exposições, espetáculos, e eventos culturais. Trabalha com acompanhamento e supervisão de montagens, desenvolvimento de projetos, produção de objetos e planejamento de orçamentos para diversas instituições e centros culturais. Entre 2005 e 2010 foi assistente de cenografia no escritório da cenógrafa Duda Arruk. Entre 2014 e 2018 fez a produção de cenografia e arquitetura da FLIP. Alguns trabalhos de destaque são: “A gata borralheira” – (Teatro Folha), Exposição Agnes Varda (Centro Cultural Banco do Brasil), “Quem tem medo do Curupira” (Teatro da FIESP), Congresso das Indústrias (FIESP/SESI), “Um dia Quase Igual aos Outros” (Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil), “Madame Buterfly” Teatro Municipal de São Paulo), Festival Game Cultura (SESC-SP), Musical West Side Story (Teatro Alfa), Ópera “Le Domino Noir” (Teatro São Pedro), “O Rei e Eu” (Teatro Alfa), “Sesc Verão 2014” (SESC Belenzinho), Produção de cenografia para a FLIP - Festa Literária Internacional de Paraty (2014 à 2018).